myprotein_recharge_hand_blog

Myprotein RE:CHARGE

Contactado pela Myprotein para testar o seu recuperador muscular de eleição, o RE:CHARGE, apresento-vos as minhas impressões sobre o mesmo.

Geralmente (sempre que me é possível) tomo suplementos desportivos que me ajudem na recuperação pós-exercício. Para além da sua constituição a nível de proteína e açúcar ajudarem a saciar a “gulodice imediata”, acredito que a médio/longo prazo os seus constituites acabem por nutrir os efeitos desejados.

O recuperador que costumava tomar, não é da Myprotein, é de uma marca concorrente que não interessa enunciar mas, acaba por servir como uma base de comparação.

Primeiras impressões

A apresentação geral do produto é “simples”, embalagem branca, com autocolante aplicado com o nome do produto, constituintes e modo de utilização no verso e, já está. Para mim chega, não vale a pena entrar em artifícios com muitas cores explosivas na embalagem porque, tal como os livros, não se deve julgar um produto pela sua caixa (ou embalagem no caso).

A primeira vez que experimentei o RE:CHARGE foi a seguir a um treino Escadinhas & Subidinhas e o meu “olhar para o rótulo” não foi mais do que ver a quantidade de produto e água necessários para a mistura.

A primeira impressão foi “eeiixx que amargo que isto é”. Bebi e não pensei mais no assunto, já tomei mais meia dúzia de vezes e fui então ver o rótulo e compará-lo com o do produto que costumava tomar.

O rótulo

Vendo a composição do RE:CHARGE, esta é sem dúvida mais “simples” do que a do produto da competição. Proteína, hidratos de carbono, creatina, vitamina C e electrólitos, nada mais. Pelo que percebo, a aposta da Myprotein é a modularidade (tal como na embalagem). Para chegar à quantidade de componentes disponível no “outro” recuperador, seria necessário adquirir mais produtos, como sejam multi-vitamínios e BCAA, por exemplo.

O sabor e textura

Voltando ao sabor e ao “amargo”, não me desagradou de todo. Geralmente não consumo muito açúcar (não coloco no café, raramente como bolos) e portanto, não me causou confusão nenhuma o sabor menos doce. A textura e consistência da mistura (com água), são suaves, diluem bem e não formou grumos na dose indicada.

Quantidade e valor

O saco traz 1.500 gramas (quilo e meio) e cada dose aconselhada é de 50 gramas (para entre 400ml e 500ml de água). Isto fazendo umas contas por alto, sem entrar em grandes pormenores, dá para cerca de 30 utilizações (doses). Sendo que, cada saco tem no momento em que escrevo o valor de venda de 31.99€ (excluindo os portes) temos o valor por toma (líquido) de 1,06€.

O produto concorrente que costumava usar, tem o valor de toma de 1,92€, e cada caixa (de quilo) dura cerca de 13 utilizações.

Claramente, neste campo o Myprotein é mais vantajoso. É certo que a quantidade de proteína e hidratos de carbono é menor do que no outro produto e, não traz a mesma quantidade e variedade de vitaminas, glucosamina e BCAA’s mas, relembro, modularidade. Quem sabe no futuro não faço uma análise mais completa do custo por toma, tendo em conta todos os ingredientes “em falta”.

E desvantagens?

Sim, há desvantagens também. No rótulo não vêm instruções de utilização e listagem de ingredientes em português. A mim não me afecta mas, pode haver a quem cause transtorno, é uma desvantagem.

Encerrando o assunto

Em suma, e para finalizar, gostei do produto.

Tem pouco açúcar e o preço é convidativo, tendo no entanto de o colmatar com os ingredientes em falta comprados “à parte”. Caso o valor dessa solução seja vantajoso, ficarei adepto do RE:CHARGE.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *